Em uma feira descobri a rosa do deserto, achei uma planta
bem exótica e levei um exemplar com flores brancas.
No meu apartamento não foi muito bem por não receber todo o
sol que precisa. Levei para minha casa de Irati voltou a desenvolver.
Parei em uma loja na Br que vendia bonsai, vi que estavam
iniciando o cultivo da rosa do deserto, mas não estavam tendo êxito.
Comprei mais uma, sem saber a cor, mas achando que não iria
vingar, pois estava bem feia.
Mas, aos poucos, está melhorando.
Aproveitei que tinha comprado mais uma e replantei as duas
com uma mistura de terra com cascalho e húmus de minhoca. Ambas estão em um lugar
que pega sol a tarde toda e cuidando com as regas.
No sul do país elas perdem as folhas durante o inverno,
voltando fortes na primavera (decídua, caducifólia, caduca)
.




A rosa-do-deserto é uma planta herbácea, suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 metros de altura se deixada crescer livremente. Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.
Florações podem ser obtidas em plantas jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como Alamanda, Jasmim-manga e Espirradeira. As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degradeés do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas.
A rosa-do-deserto é uma planta que desperta aficcionados em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas. Essa espécie ainda permite enxertia (garfagem), o que é bastante interessante para se produzir uma mesma planta com flores de variedades diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.
Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenável, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidas não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas.
Fonte:http://www.jardineiro.net/plantas/rosa-do-deserto-adenium-obesum.html
A Rosa do Deserto é uma planta que desperta paixão em todo o mundo,
da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e
bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que
produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações
magníficas.
É uma planta suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante.
Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e
nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 m de altura se deixada
crescer livremente, em jardins.
Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos
ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a
espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas
variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de
verde.
As florações podem ser obtidas em plantas ainda jovens, com apenas 15
cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que
há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores
são tubulares, simples, de cores variadas, indo do branco ao vinho
escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas
variedades apresentam mesclas e degrades do centro em direção as pontas
das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas, triplas, quádruplas
e quíntuplas
Essa espécie ainda permite enxertia, o que é bastante interessante
para se produzir em uma mesma planta flores de cores diferentes. Plantas
antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços
exorbitantes no mercado, assim como bonsais.
Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar
um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada
replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará
normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a
utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é
muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de
floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma
planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda
das folhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo
perfeitamente drenado, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica
e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo
de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom
deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela
se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no
inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão
obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não
formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas,
pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas,
porém o caule (caudex) grosso só se origina de sementes.
Como cultivar
O Adenium é uma espécie relativamente fácil de ser cultivada,
desde que você considere a sua planta como se fossem duas completamente
diferentes, com necessidades diferentes em diferentes períodos do ano.
No verão, quando em pleno crescimento, ela deve ser tratada como
planta tropical, regada abundantemente e com freqüência, e bem adubada.
No inverno ela precisa de ambiente seco, deve ser tratada como um cacto, com muita iluminação e com regas ocasionais.
Como a maioria das suculentas, o Adenium quando adormecido durante o
inverno, é suscetível a podridão radicular causada pelo acumulo de água
no substrato. Por isso, deve ser plantado em substrato bem drenado a
arejado. A combinação é: 50% de substrato para plantio de hortaliças,
40% de areia grossa e 10% de pedrisco de brita penerado.
O vaso deve ser apenas um pouco maior do que o tamanho da massa
radicular, para reter pouca umidade e evitar a podridão das raízes. No
entanto, o tamanho do vaso restringe o crescimento da planta. Assim, a
cada ano, o tamanho do vaso deve ser aumentado. O ideal é que o vaso
tenha o formato de tigela, um pouco maior que o sistema radicular.
Como a maioria das plantas suculentas, o Adenium precisa de muita luz
para o seu florescimento, mas o sol muito forte pode queimar as às
flores de tons mais escuros. O ideal é cultivar Adenium em viveiros
cobertos com plástico e tela sombrite com malha 50%.
O Adenium pode permanecer com folhas em quase todo o ano,
principalmente se cultivado em viveiros, mas, algumas espécies perdem
todas as folhas durante o inverno. Para estas espécies, a rega durante a
desfolha deve ser moderada, para evitar a podridão das raízes.
Os ácaros e a podridão das raízes, são os maiores problemas no
cultivo do Adenium. Também os percevejos costumam aparecer na época em
que a planta desenvolve as vagens de sementes após a polinização. Os
pulgões aparecem ocasionalmente na época após a germinação, quando as
mudinhas apresentam 3 pares de folhas.
Para o controle do Phytium SP, fungo causador da podridão radicular,
recomendo a adição de canela em pau no substrato de plantio. O Adenium,
não deve ter um crescimento muito acelerado para não prejudicar na
formação dos galhos. Fertilizantes nitrogenados na fase de crescimento,
causam o alongamento da planta e a perda de seu valor estético e
comercial. Utilize fertilizante com a formulação 8-6-6, a cada 25 dias,
na fase de crescimento da planta. Utilizo também hormônio de floração
logo após o período de dormência e fertilizante fosfatado, logo após a
polinização manual e inicio do aparecimento de vagens de sementes, para
fortalecer a planta e para que ela não aborte as vagens.
Substrato para Adenium
Utilizar 10kg de areia lavada de construção, 10 kg de pedrisco (brita)
bem fina, 10 litro de esterco bem curtido de galinha ou de vaca, 10
litros de carvão bem miudinho, 10 litros de palha de arroz carbonizada
ou palha velha (aquela que já está escurecendo de velha) misture tudo
isso bem misturado, se preferir poderá acrescentar 5 colheres de torta
de mamona e 5 colheres de sopa de farinho de osso, tudo isso vai deixar
um substrato bem drenado e rico em nutrientes.
Fertilização para Adenium
PH do meio de Cultivo
A acidez e a alcalinidade têm ação preponderante sobre a
absorção das substâncias nutritivas. O excesso de um ou de outro pode
produzir alteração do sistema radicular e dos caules e folhas.
As plantas só absorvem os nutrientes numa faixa estreita de pH e
esses valores variam dentro de certos limites para cada espécie vegetal.
Além disso geralmente o meio ácido dificulta a dissolução de certos
sais. Sabe-se também que a acidez excessiva pode, por outro lado,
solubilizar quantidades exageradas de sais de manganês, ferro, zinco,
cobre e alumínio, o que torna o meio tóxico para as plantas.
Parece que só na faixa de pH compreendido entre 6 e 7 os sais são
solubilizados nas quantidades ideais e entre 4 e 9, a absorção é
possível. A alcalinidade alta, por sua vez, insobilizando o ferro, o
manganês, etc., cria as deficiências desses minerais.
Cálcio
É um dos chamados macronutrientes secundários junto com o magnésio (Mg) e
o enxofre (S). Os efeitos indiretos do cálcio são tão importantes
quanto o seu papel como nutriente. O cálcio promove a redução da acidez
do substrato, melhora o crescimento das raízes, aumento da atividade
microbiana, aumento da disponibilidade de molibdênio (Mo) e de outros
nutrientes. Reduzindo a acidez do substrato, diminui a toxidez do
alumínio (Al), cobre (Cu) e manganês (Mn). Plantas que apresentam altos
teores de cálcio resistem melhor a toxidez destes elementos. Os sintomas
de deficiência de cálcio são morte da gema apical, clorose e necrose
internervais nas folhas mais novas, sintomas de deficiências em Ca2+ são
mais pronunciados nos tecidos jovens, já que praticamente inexiste o
seu transporte no floema. Tecidos deformados e enrolados são encontrados
em plantas deficientes. As vagens chochas e as folhas enroladas são
sintomas de deficiência de cálcio.
Fósforo
Dos macronutrientes primários, o fósforo é absorvido em menores
quantidades que os demais, entretanto sua presença no solo é
indispensável para o crescimento e produção vegetal. Interfere nos
processos de fotossíntese, respiração, armazenamento e transferência de
energia, divisão celular, crescimento das células. Contribui para o
crescimento prematuro das raízes e formação das sementes. Por interferir
em vários processos vitais das plantas, deve haver um suprimento
adequado de fósforo desde a germinação. O fósforo, na planta, apresenta
uma grande mobilidade. As plantas quando jovens absorvem maiores
quantidades de fósforo ocorrendo um crescimento rápido e intenso das
raízes em substratos com níveis adequados do nutriente. A falta de
fósforo ocasiona uma taxa de crescimento reduzida desde os primeiros
estágios de desenvolvimento da planta. As folhas mais velhas adquirem
coloração arroxeada, em razão do acúmulo do pigmento antocianina. Em
estádios de desenvolvimento mais tardios, as folhas apresentam áreas
roxo-amarronzadas que evoluem para necroses. Essas folhas caem
prematuramente, e a planta retarda sua floração e frutificação. A
absorção de fósforo pelo Adenium é afetada principalmente pela
concentração de fósforo na solução do substrato. A acidez ou a
alcalinidade do substrato, o tipo e a quantidade de matéria
predominante, o teor de umidade, a compactação, o modo de aplicação dos
fertilizantes e as temperaturas baixas na fase de emergência das plantas
também afetam a absorção desse nutriente. A correção do substrato pode
ser feita preventivamente com a aplicação de fertilizante fosfatado
antes do plantio.
Potássio
É o nutriente mais extraído pelo Adenium. A deficiência de potássio
torna lento o crescimento das plantas; as folhas novas afilam e as
velhas apresentam amarelecimento das bordas, tornando-se amarronzadas e
necrosadas. O amarelecimento geralmente progride das bordas para o
centro das folhas. Ocasionalmente verifica-se o aparecimento de áreas
alaranjadas e brilhantes. A falta de brilho e aveludamento nas flores,
em muitos casos, é também devida à deficiência de potássio. O teor de
potássio no solo, a taxa de lixiviação, a calagem excessiva ou a
presença de altos teores de cálcio, magnésio e amônia no substrato
afetam a disponibilidade de potássio para a planta. A correção pode ser
feita com a adubação em cobertura de sulfato ou cloreto de potássio,
seguida de irrigação.
Nitrogênio
A deficiência de nitrogênio leva ao amarelecimento e posteriormente à
queda das folhas inferiores, as plantas ficam com folhas e flores
pequenas e falta geral de robustez. Normalmente uma planta em baixos
níveis de nitrogênio terá hastes nuas com tufos de folhas pequenas e
rígidas nas extremidades. O excesso ocasiona um rápido crescimento da
planta , ocasionando a produção de folhas grandes e ampliando os espaços
de entrenós dos ramos. Níveis controlados de nitrogênio e fósforo devem
ser utilizados para controlar o crescimento da planta. Baixos níveis
contribuir para o crescimento demorado por isso o produtor deve decidir
os níveis de nitrogênio para atender às suas necessidades. Eu utilizo a
formulação química de fertilizante com 8 de nitrogênio, com isso a
planta demora um pouco mais para crescer mas o seu ciclo de vida e bem
maior. O nitrogênio pode ser utilizado em duas formas, amoníaco e
nitrato. Utilizo na forma de nitrato N que favorece a um crescimento
mais compacto da planta em comparação à amônia. As fontes orgânicas
fornecem nitrogênio amoniacal. A foto mostra um Adenium com deficiência
de nitrogênio
Nutrição
Problemas nutricionais ocorrem devido a inúmeras razões além da falta
real de um nutriente específico ou até mesmo da composição química da
água utilizada para a irrigação. Compreender as necessidades de nutrição
desta espécie de planta é a chave para a solução e prevenção de muitos
outros problemas que ocorrem no cultivo do Adenium.
O Adenium se desenvolve melhor com uma quantidade moderada de
nutrição suplementada com micros e macros nutrientes. Parte da razão do
sucesso de uma boa nutrição da planta é a composição do meio de cultivo,
assegurando capacidade de ligação química destes nutrientes (por
exemplo, cobre). Outro fator importante é uma boa drenagem do meio de
cultivo para garantir a lixiviação dos nutrientes aplicados.
Saiba diferenciar uma espécie de outra
Adenium Multiflorum

Adenium Multiflorum é freqüentemente confundido como uma variedade de
Adenium Obesum, mas é bem diferente de muitas maneiras. É provavelmente a
segunda espécie mais fácil de ser encontrada. Geralmente, tem o tronco
(caudex) mais estreito do que o Adenium Obesum, e é uma espécie
decidual, com dormência obrigatória no inverno e floresce de maio a
agosto, enquanto a planta está sem as folhas. As flores são abundantes
e, possivelmente, o mais impressionante de todo o grupo. As pétalas são
afiadas em forma de estrela, de vermelho brilhante e de diferentes
larguras que é nitidamente delimitada a partir das partes brancas
interiores.
Adenium Somalense

Adenium Somalense é outra espécie variável. Ocorre desde o sul da
Somália, Quênia e na Tanzânia. Na Somália e áreas adjacentes do Quênia
as plantas de ocorrência natural alcançam até 15 metros de altura, com
tronco maciçamente inchados. Em outras áreas, é mais arbustiva e
semelhante ao Adenium Obesum. As flores são um pouco menores, mas
semelhantes ao Adenium Obesum. O Adenium Somalense de variedade Crispum,
forma um grande caudex espesso, onde crescem algumas hastes delgadas,
geralmente com menos de 1 metro de altura. As flores são menores do que a
maioria de outras espécies de adeniums , mas com lindas listras
vermelhas e brancas. É muito utilizado por bonsaistas e muito difícil de
ser encontrados em viveiros comerciais.
Adenium Socotranum

O Adenium Socotranum é o mais raro de todos. É uma espécie endêmica da
ilha de Socotra no Oceano Índico ao sul da península Arábica e do leste
do Corno de África e que pertence ao Iêmen. É o gigante do grupo, com
troncos maciços de até 10 metros de altura e 8 metros de diâmetro! Por
muitos anos, Socotra hospedou um porto naval soviético e nunca permitiu a
disponibilidade de plantas e sementes fora dos limites da ilha. Nos
últimos anos, as visitas a ilha ficaram mais acessíveis, mas as
autoridades são muito protetoras dos recursos naturais e a coleta de
plantas e sementes é considerada ilegal. Adenium Socotranum ocorre aos
milhares na ilha, mas pouquíssimos exemplares da espécie existem fora
dela e por isso são caras e raras de se encontrar. É bom explicar que o
Socotranum tailandês, chamado de Thai-Socotranum, não é o Adenium
Socotranum nativo de Socotra, e sim um híbrido resultado de cruzamentos
entre espécies.
Adenium Arabicum

Adenium Arabicum, como o próprio nome sugere, vem da Península Arábica,
especialmente a Arábia Saudita e o Iêmen. Isto é pouco estudado e é
possível que na verdade existam duas plantas diferentes provenientes
dessa área. Em seu ambiente natural, na Arábia Saudita, é bastante alto,
até 8 metros, e um pouco semelhante a Adenium Somalense. A outra forma é
baixa, com ramificação um pouco reclinadas e base do caudex esférico
com 2 metros de diâmetro.
Adenium Obesum

Adenium obesum é generalizada e variável em seu habitat natural. Ela
ocorre em uma faixa larga em toda a África subsaariana, do Senegal ao
Sudão e Quênia. Sua variabilidade na natureza é refletida por sua
variabilidade no cultivo. Tem um período relativamente longo de
florescimento no verão e continua em crescimento durante o inverno se
mantido em ambiente coberto. É a espécie mais amplamente difundida em
cultivo e é a mais usada para hibridação. As flores são de tamanho
variável, mas podem chegar até 10 centímetros de diâmetro, dependendo
dos tratos culturais. As margens das pétalas variam do rosa ao vermelho
intenso, e desvanecem-se gradualmente ao branco perto do centro. Plantas
jovens desenvolvidas a partir de sementes têm um caudex distintamente
inchado (seedling) e, eventualmente, a planta desenvolve um tronco muito
forte. É uma espécie altamente desejável. A variação de cores chega ao
incrível numero de 500.
Adenium Oleifolium

Adenium Oleifolium é outra espécie menor, com um metro de diâmetro do
caudex e ramificação de até dois metros de altura. É nativa do deserto
de Kalahari, ao sul de Botswana, Namíbia e norte da África do Sul. É uma
espécie de crescimento lento com flores relativamente pequenas. Não é
muito cultivada em viveiros, devido suas flores serem muitos pequenas ,
mas é muito importante para trabalhos de hibridização.
Adenium Boehmianum

Adenium Boehmianum é originária do noroeste Namíbia e sul de Angola. É
uma espécie de crescimento lento, e leva vários anos para florescer. As
flores são de rosa pálido e uniforme parecidas com as do swazicum e sua
floração acontece de novembro a maio. O caudex e a ramificação possui
uma coloração prateada e a exemplo de swazicum, também tem folhas
caducas que tem a coloração verde-acizentada e dobrado ao longo da
nervura central. A seiva é usada como veneno de flecha e suas folhas são
usadas para fazer uma pomada que alivia a dor causada por picadas de
cobra e de escorpião por tribos nativas do sul da Namíbia
http://www.plantasonya.com.br/cultivos-e-cuidados/adenium-%E2%80%93-a-cobicada-rosa-do-deserto.html