sexta-feira, 20 de junho de 2014

Jasmim Gardenia

Nome Científico: Gardenia jasminoides
Nomes Populares: Gardênia, Jasmim-do-cabo
Família: Rubiaceae
Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Flores Perenes
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China
Altura: 1.8 a 2.4 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Fotos ilustrativas (consulte a loja para saber o tamanho das mudas)

Obs: Não entregamos plantas fora da cidade de Sorocaba / Votorantim

A gardênia é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa, com ramos eretos, ramificados e folhas perenes. Sua altura média é de 1,5 a 2 metros de altura. Suas folhas são brilhantes, coriáceas, opostas, ovaladas e de coloração verde-escura. As flores são brancas, cerosas, grandes e muito perfumadas. Com o tempo adquirem uma coloração creme com tons amarelados. A floração ocorre em meados da primavera e início do verão. Os frutos, oriundos das variedades férteis, têm a polpa amarela, de onde extraem-se corantes para o artesanato e indústria. Ocorrem variedades de flores simples ou dobradas, pequenas e grandes, assim como há variedades de ramagem prostrada e pequeno porte.

A gardênia é uma planta de rica fragrância e sua utilização deve aproveitar esta sua qualidade. Ela pode ser cultivada isolada em pátios ou próximo à portas e janelas, onde há transito de pessoas. Sendo conduzida sem podas de adensamento, apenas de limpeza, ela cresce com maior ventilação e é menos suscetível à doenças. Contudo, pode ser plantada em grupos e, sendo cuidada com zelo, pode formar belas cercas-vivas com textura mais compacta. O momento ideal para a poda das gardênias é após a floração. Presta-se para o plantio em vasos e é ótima para bonsai.


Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, levemente ácido, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e com regas regulares. Suplementações com quelatos de ferro e adubações na primavera e verão estimulam um crescimento vigoroso e florações intensas. A gardênia aprecia a temperatura amena, mas não tolera baixa umidade do ar. Ela se adapta bem ao clima subtropical e tropical de altitude, com noites frias. Multiplica-se por estaquia dos ramos semilenhosos após a floração

domingo, 15 de junho de 2014

Copo de leite

Bonita, resistente e muito florífera, o Copo-de-leitepode atingir até 1 metro de altura. Ele apresenta folhagem ornamental e floresce nas estações primavera e verão. Suas flores variam entre as cores branca, amarela, vermelha, rosa, laranja e roxa e são largamente usadas como flor de corte para composição de arranjos e buquês.
Essa planta tolera baixas temperaturas, mas não prospera bem em climas mais quentes. Ela prefere locais com muita umidade e pode ser cultivada tanto a pleno sol quanto à meia-sombra, acompanhando lagos, margens de tanques, muretas, muros e paredes.
Se plantados em vasos, é importante manter os copos-de-leite constantemente bem irrigados e o solo sempre úmido. Para multiplicá-los, basta extrair as mudas que se formam junto ao rizoma da planta-mãe, após o florescimento.
Ao manusear esse tipo de planta, fique alerta! Ela tem um princípio ativo, oxalato de cálcio, que, se ingerido, pode causar intoxicação, dermatite de contato, estomatite, irritação, obstrução das vias aéreas superiores, perda temporária da fala, sialorreia, vômito etc. Por isso, fale com os moradores da casa, especialmente com as crianças, sobre os riscos que existem.
Se a intenção é justamente plantar copo-de-leite em um vaso, seguem algumas dicas de como fazer o cultivo e tenha lindas flores em seu jardim ou outras partes da casa.
Copo de LeiteDicas para plantar e cultivar copo-de-leite em um vaso:
- Você precisará de um vaso grande, no mínimo de 15 litros, prato para vaso, terra preta e areia de rio.
- Essa planta não necessita de um solo muito rico. Utilize uma medida de terra preta misturada com 1/10 de medida de terra de rio para promover a drenagem. Ponha o copo-de-leite no recipiente e regue com abundância até que toda a terra esteja umedecida.
- Deixe o vaso com o prato em um local que receba sol direto. A planta pode ser cultivada no jardim ou dentro de casa.
- Conserve o prato sempre com água. O copo-de-leite é semi-aquática e as raízes precisam estar constantemente em contato com a água.
- Irrigue todos os dias, conservando a terra sempre molhada, e não apenas úmida.
- O copo-de-leite deverá florescer com a chegada da primavera, e a melhor época para o plantio é o início do outono.

Jibóia



Jibóia prateada ou poto (Scindapsus)

Nome botanico: Scindapsus Hassk. var. argyraeus
Sin.: Scindapsus Argyraeus Engl.
Nomes Populares : Potos, jibóia prateada, hera-do-diabo
Família : Família Araceae
Origem: Indonésia

Jibóia prateada : Descrição:

potoPlanta herbácea perene de caule flexível e caráter trepador, ramos finos com raízes ao longo dos ramos.
Seu crescimento é indefinido, podendo atingir mais de 50 cm cada ramo.
Folhas cordadas em verde forte pintalgadas de prata, com bordas também em branco e inseridas alternadamente nos ramos.
A inflorescência é em espádice semelhante ao lírio-da-paz, mas ocorre esporadicamente.
A planta é cultivada pela folhagem ornamental.

Jibóia prateada : Modo de Cultivo

Necessita de meia sombra, pois o sol costuma queimar as folhas.
O solo deve ser rico em matéria orgânica e bem drenado.
Pode ser cultivada em canteiros ou como planta de vaso pendente ou com suporte para enrolar-se.

PLANTIO EM CANTEIROS:

potoRevolver o solo do canteiro e adicionar esterco animal de curral bem curtido, composto orgânico e areia.
Regar a seguir e manter a umidade com regas periódicas.
Plantar com espaçamento de 40 cm entre plantas, para usar como forração, colocando as linhas desencontradas para melhor cobertura.
Em plantios de produção a análise do substrato deverá ser feito, mantendo o pH entre 5,6 e 6,5.

JIBÓIA PRATEADA : PLANTIO EM VASOS OU JARDINEIRAS:

potoPara vasos, usar os de material plástico, mais leves, se for usar como pendente.
Proteger o furo de drenagem com geomanta e colocar areia no fundo.
Misturar num balde composto orgânico de folhas ou húmus de minhoca, adubo NPK formulação 10-10-10, cerca de 20 gramas por vaso de tamanho médio, adicionando areia.
Usar a proporção de 3:1 de composto e areia.
Misturar bem.
A não adição de esterco animal em vasos é porque se a planta for levada para interiores, o esterco exalará um odor desagradável.
Regar a seguir. Manter a superfície do vaso sempre levemente úmida.

ADUBAÇÃO DO SCINDAPSUS :

Para fazer a adubação, usar 1 colher de sopa de adubo NPK 10-10-10 para 2 litros de água.
Sacudir bem para dissolução.
Com esta mistura poderá regar todas os seus vasos.
Fazer isto a cada 4 meses para manter um bom desenvolvimento da planta.

Jibóia prateada : Paisagismo:

jibóia prateadaEsta planta é muito ornamental e pode ser cultivada facilmente, como todas as desta família.
Para espaços pequenos, em apartamentos, basta colocá-la junto a uma janela onde receba luz natural.
Em sacadas com treliças e mesmo áreas de meia-sombra em terraços ou jardins poderão ser usadas como trepadeira e não pendente.
Em vasos podemos colocar uma estaca feita de bambu ou de casca de coco, ela irá se enrolar, aumentando a verticalidade do espaço.

domingo, 8 de junho de 2014

Rosa do Deserto

         Em uma feira descobri a rosa do deserto, achei uma planta bem exótica e levei um exemplar com flores brancas.
         No meu apartamento não foi muito bem por não receber todo o sol que precisa. Levei para minha casa de Irati voltou a desenvolver.




     Parei em uma loja na Br que vendia bonsai, vi que estavam iniciando o cultivo da rosa do deserto, mas não estavam tendo êxito.
     Comprei mais uma, sem saber a cor, mas achando que não iria vingar, pois estava bem feia.
Mas, aos poucos, está melhorando.
     Aproveitei que tinha comprado mais uma e replantei as duas com uma mistura de terra com cascalho e húmus de minhoca. Ambas estão em um lugar que pega sol a tarde toda e cuidando com as regas.
No sul do país elas perdem as folhas durante o inverno, voltando fortes na primavera (decídua, caducifólia, caduca)

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A rosa-do-deserto é uma planta herbácea, suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 metros de altura se deixada crescer livremente. Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.
Florações podem ser obtidas em plantas jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como Alamanda, Jasmim-manga e Espirradeira. As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degradeés do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas.
A rosa-do-deserto é uma planta que desperta aficcionados em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas. Essa espécie ainda permite enxertia (garfagem), o que é bastante interessante para se produzir uma mesma planta com flores de variedades diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.
Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenável, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidas não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas.
Marcado com: 
Fonte:http://www.jardineiro.net/plantas/rosa-do-deserto-adenium-obesum.html


A Rosa do Deserto é uma planta que desperta paixão em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas.
É uma planta suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 m de altura se deixada crescer livremente, em jardins.
Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.
As florações podem ser obtidas em plantas ainda jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, de cores variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degrades do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas, triplas, quádruplas e quíntuplas
Essa espécie ainda permite enxertia, o que é bastante interessante para se produzir em uma mesma planta flores de cores diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.
Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenado, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas, porém o caule (caudex) grosso só se origina de sementes.
Como cultivar
O Adenium é uma espécie relativamente fácil de ser cultivada, desde que você considere a sua planta como se fossem duas completamente diferentes, com necessidades diferentes em diferentes períodos do ano.
No verão, quando em pleno crescimento, ela deve ser tratada como planta tropical, regada abundantemente e com freqüência, e bem adubada.
No inverno ela precisa de ambiente seco, deve ser tratada como um cacto, com muita iluminação e com regas ocasionais.
Como a maioria das suculentas, o Adenium quando adormecido durante o inverno, é suscetível a podridão radicular causada pelo acumulo de água no substrato. Por isso, deve ser plantado em substrato bem drenado a arejado. A combinação é: 50% de substrato para plantio de hortaliças, 40% de areia grossa e 10% de pedrisco de brita penerado.
O vaso deve ser apenas um pouco maior do que o tamanho da massa radicular, para reter pouca umidade e evitar a podridão das raízes. No entanto, o tamanho do vaso restringe o crescimento da planta. Assim, a cada ano, o tamanho do vaso deve ser aumentado. O ideal é que o vaso tenha o formato de tigela, um pouco maior que o sistema radicular.
Como a maioria das plantas suculentas, o Adenium precisa de muita luz para o seu florescimento, mas o sol muito forte pode queimar as às flores de tons mais escuros. O ideal é cultivar Adenium em viveiros cobertos com plástico e tela sombrite com malha 50%.
O Adenium pode permanecer com folhas em quase todo o ano, principalmente se cultivado em viveiros, mas, algumas espécies perdem todas as folhas durante o inverno. Para estas espécies, a rega durante a desfolha deve ser moderada, para evitar a podridão das raízes.
Os ácaros e a podridão das raízes, são os maiores problemas no cultivo do Adenium. Também os percevejos costumam aparecer na época em que a planta desenvolve as vagens de sementes após a polinização. Os pulgões aparecem ocasionalmente na época após a germinação, quando as mudinhas apresentam 3 pares de folhas.
Para o controle do Phytium SP, fungo causador da podridão radicular, recomendo a adição de canela em pau no substrato de plantio. O Adenium, não deve ter um crescimento muito acelerado para não prejudicar na formação dos galhos. Fertilizantes nitrogenados na fase de crescimento, causam o alongamento da planta e a perda de seu valor estético e comercial. Utilize fertilizante com a formulação 8-6-6, a cada 25 dias, na fase de crescimento da planta. Utilizo também hormônio de floração logo após o período de dormência e fertilizante fosfatado, logo após a polinização manual e inicio do aparecimento de vagens de sementes, para fortalecer a planta e para que ela não aborte as vagens.
Substrato para Adenium
Utilizar 10kg de areia lavada de construção, 10 kg de pedrisco (brita) bem fina, 10 litro de esterco bem curtido de galinha ou de vaca, 10 litros de carvão bem miudinho, 10 litros de palha de arroz carbonizada ou palha velha (aquela que já está escurecendo de velha) misture tudo isso bem misturado, se preferir poderá acrescentar 5 colheres de torta de mamona e 5 colheres de sopa de farinho de osso, tudo isso vai deixar um substrato bem drenado e rico em nutrientes.
Fertilização para Adenium
PH do meio de Cultivo
A acidez e a alcalinidade têm ação preponderante sobre a absorção das substâncias nutritivas. O excesso de um ou de outro pode produzir alteração do sistema radicular e dos caules e folhas.
As plantas só absorvem os nutrientes numa faixa estreita de pH e esses valores variam dentro de certos limites para cada espécie vegetal.
Além disso geralmente o meio ácido dificulta a dissolução de certos sais. Sabe-se também que a acidez excessiva pode, por outro lado, solubilizar quantidades exageradas de sais de manganês, ferro, zinco, cobre e alumínio, o que torna o meio tóxico para as plantas.
Parece que só na faixa de pH compreendido entre 6 e 7 os sais são solubilizados nas quantidades ideais e entre 4 e 9, a absorção é possível. A alcalinidade alta, por sua vez, insobilizando o ferro, o manganês, etc., cria as deficiências desses minerais.
Cálcio
É um dos chamados macronutrientes secundários junto com o magnésio (Mg) e o enxofre (S). Os efeitos indiretos do cálcio são tão importantes quanto o seu papel como nutriente. O cálcio promove a redução da acidez do substrato, melhora o crescimento das raízes, aumento da atividade microbiana, aumento da disponibilidade de molibdênio (Mo) e de outros nutrientes. Reduzindo a acidez do substrato, diminui a toxidez do alumínio (Al), cobre (Cu) e manganês (Mn). Plantas que apresentam altos teores de cálcio resistem melhor a toxidez destes elementos. Os sintomas de deficiência de cálcio são morte da gema apical, clorose e necrose internervais nas folhas mais novas, sintomas de deficiências em Ca2+ são mais pronunciados nos tecidos jovens, já que praticamente inexiste o seu transporte no floema. Tecidos deformados e enrolados são encontrados em plantas deficientes. As vagens chochas e as folhas enroladas são sintomas de deficiência de cálcio.
Fósforo
Dos macronutrientes primários, o fósforo é absorvido em menores quantidades que os demais, entretanto sua presença no solo é indispensável para o crescimento e produção vegetal. Interfere nos processos de fotossíntese, respiração, armazenamento e transferência de energia, divisão celular, crescimento das células. Contribui para o crescimento prematuro das raízes e formação das sementes. Por interferir em vários processos vitais das plantas, deve haver um suprimento adequado de fósforo desde a germinação. O fósforo, na planta, apresenta uma grande mobilidade. As plantas quando jovens absorvem maiores quantidades de fósforo ocorrendo um crescimento rápido e intenso das raízes em substratos com níveis adequados do nutriente. A falta de fósforo ocasiona uma taxa de crescimento reduzida desde os primeiros estágios de desenvolvimento da planta. As folhas mais velhas adquirem coloração arroxeada, em razão do acúmulo do pigmento antocianina. Em estádios de desenvolvimento mais tardios, as folhas apresentam áreas roxo-amarronzadas que evoluem para necroses. Essas folhas caem prematuramente, e a planta retarda sua floração e frutificação. A absorção de fósforo pelo Adenium é afetada principalmente pela concentração de fósforo na solução do substrato. A acidez ou a alcalinidade do substrato, o tipo e a quantidade de matéria predominante, o teor de umidade, a compactação, o modo de aplicação dos fertilizantes e as temperaturas baixas na fase de emergência das plantas também afetam a absorção desse nutriente. A correção do substrato pode ser feita preventivamente com a aplicação de fertilizante fosfatado antes do plantio.
Potássio
É o nutriente mais extraído pelo Adenium. A deficiência de potássio torna lento o crescimento das plantas; as folhas novas afilam e as velhas apresentam amarelecimento das bordas, tornando-se amarronzadas e necrosadas. O amarelecimento geralmente progride das bordas para o centro das folhas. Ocasionalmente verifica-se o aparecimento de áreas alaranjadas e brilhantes. A falta de brilho e aveludamento nas flores, em muitos casos, é também devida à deficiência de potássio. O teor de potássio no solo, a taxa de lixiviação, a calagem excessiva ou a presença de altos teores de cálcio, magnésio e amônia no substrato afetam a disponibilidade de potássio para a planta. A correção pode ser feita com a adubação em cobertura de sulfato ou cloreto de potássio, seguida de irrigação.
Nitrogênio
A deficiência de nitrogênio leva ao amarelecimento e posteriormente à queda das folhas inferiores, as plantas ficam com folhas e flores pequenas e falta geral de robustez. Normalmente uma planta em baixos níveis de nitrogênio terá hastes nuas com tufos de folhas pequenas e rígidas nas extremidades. O excesso ocasiona um rápido crescimento da planta , ocasionando a produção de folhas grandes e ampliando os espaços de entrenós dos ramos. Níveis controlados de nitrogênio e fósforo devem ser utilizados para controlar o crescimento da planta. Baixos níveis contribuir para o crescimento demorado por isso o produtor deve decidir os níveis de nitrogênio para atender às suas necessidades. Eu utilizo a formulação química de fertilizante com 8 de nitrogênio, com isso a planta demora um pouco mais para crescer mas o seu ciclo de vida e bem maior. O nitrogênio pode ser utilizado em duas formas, amoníaco e nitrato. Utilizo na forma de nitrato N que favorece a um crescimento mais compacto da planta em comparação à amônia. As fontes orgânicas fornecem nitrogênio amoniacal. A foto mostra um Adenium com deficiência de nitrogênio
Nutrição
Problemas nutricionais ocorrem devido a inúmeras razões além da falta real de um nutriente específico ou até mesmo da composição química da água utilizada para a irrigação. Compreender as necessidades de nutrição desta espécie de planta é a chave para a solução e prevenção de muitos outros problemas que ocorrem no cultivo do Adenium.
O Adenium se desenvolve melhor com uma quantidade moderada de nutrição suplementada com micros e macros nutrientes. Parte da razão do sucesso de uma boa nutrição da planta é a composição do meio de cultivo, assegurando capacidade de ligação química destes nutrientes (por exemplo, cobre). Outro fator importante é uma boa drenagem do meio de cultivo para garantir a lixiviação dos nutrientes aplicados.
Saiba diferenciar uma espécie de outra

Adenium Multiflorum
Adenium Multiflorum
Adenium Multiflorum é freqüentemente confundido como uma variedade de Adenium Obesum, mas é bem diferente de muitas maneiras. É provavelmente a segunda espécie mais fácil de ser encontrada. Geralmente, tem o tronco (caudex) mais estreito do que o Adenium Obesum, e é uma espécie decidual, com dormência obrigatória no inverno e floresce de maio a agosto, enquanto a planta está sem as folhas. As flores são abundantes e, possivelmente, o mais impressionante de todo o grupo. As pétalas são afiadas em forma de estrela, de vermelho brilhante e de diferentes larguras que é nitidamente delimitada a partir das partes brancas interiores.
Adenium Somalense
Adenium Somalense
Adenium Somalense é outra espécie variável. Ocorre desde o sul da Somália, Quênia e na Tanzânia. Na Somália e áreas adjacentes do Quênia as plantas de ocorrência natural alcançam até 15 metros de altura, com tronco maciçamente inchados. Em outras áreas, é mais arbustiva e semelhante ao Adenium Obesum. As flores são um pouco menores, mas semelhantes ao Adenium Obesum. O Adenium Somalense de variedade Crispum, forma um grande caudex espesso, onde crescem algumas hastes delgadas, geralmente com menos de 1 metro de altura. As flores são menores do que a maioria de outras espécies de adeniums , mas com lindas listras vermelhas e brancas. É muito utilizado por bonsaistas e muito difícil de ser encontrados em viveiros comerciais.
Adenium Socotranum
adenium socotranum
O Adenium Socotranum é o mais raro de todos. É uma espécie endêmica da ilha de Socotra no Oceano Índico ao sul da península Arábica e do leste do Corno de África e que pertence ao Iêmen. É o gigante do grupo, com troncos maciços de até 10 metros de altura e 8 metros de diâmetro! Por muitos anos, Socotra hospedou um porto naval soviético e nunca permitiu a disponibilidade de plantas e sementes fora dos limites da ilha. Nos últimos anos, as visitas a ilha ficaram mais acessíveis, mas as autoridades são muito protetoras dos recursos naturais e a coleta de plantas e sementes é considerada ilegal. Adenium Socotranum ocorre aos milhares na ilha, mas pouquíssimos exemplares da espécie existem fora dela e por isso são caras e raras de se encontrar. É bom explicar que o Socotranum tailandês, chamado de Thai-Socotranum, não é o Adenium Socotranum nativo de Socotra, e sim um híbrido resultado de cruzamentos entre espécies.
Adenium Arabicum
adenium arabicum
Adenium Arabicum, como o próprio nome sugere, vem da Península Arábica, especialmente a Arábia Saudita e o Iêmen. Isto é pouco estudado e é possível que na verdade existam duas plantas diferentes provenientes dessa área. Em seu ambiente natural, na Arábia Saudita, é bastante alto, até 8 metros, e um pouco semelhante a Adenium Somalense. A outra forma é baixa, com ramificação um pouco reclinadas e base do caudex esférico com 2 metros de diâmetro.
Adenium Obesum
adenium_obesum
Adenium obesum é generalizada e variável em seu habitat natural. Ela ocorre em uma faixa larga em toda a África subsaariana, do Senegal ao Sudão e Quênia. Sua variabilidade na natureza é refletida por sua variabilidade no cultivo. Tem um período relativamente longo de florescimento no verão e continua em crescimento durante o inverno se mantido em ambiente coberto. É a espécie mais amplamente difundida em cultivo e é a mais usada para hibridação. As flores são de tamanho variável, mas podem chegar até 10 centímetros de diâmetro, dependendo dos tratos culturais. As margens das pétalas variam do rosa ao vermelho intenso, e desvanecem-se gradualmente ao branco perto do centro. Plantas jovens desenvolvidas a partir de sementes têm um caudex distintamente inchado (seedling) e, eventualmente, a planta desenvolve um tronco muito forte. É uma espécie altamente desejável. A variação de cores chega ao incrível numero de 500.
Adenium Oleifolium
Adenium Oleifolium
Adenium Oleifolium é outra espécie menor, com um metro de diâmetro do caudex e ramificação de até dois metros de altura. É nativa do deserto de Kalahari, ao sul de Botswana, Namíbia e norte da África do Sul. É uma espécie de crescimento lento com flores relativamente pequenas. Não é muito cultivada em viveiros, devido suas flores serem muitos pequenas , mas é muito importante para trabalhos de hibridização.
Adenium Boehmianum
Adenium Boehmianum
Adenium Boehmianum é originária do noroeste Namíbia e sul de Angola. É uma espécie de crescimento lento, e leva vários anos para florescer. As flores são de rosa pálido e uniforme parecidas com as do swazicum e sua floração acontece de novembro a maio. O caudex e a ramificação possui uma coloração prateada e a exemplo de swazicum, também tem folhas caducas que tem a coloração verde-acizentada e dobrado ao longo da nervura central. A seiva é usada como veneno de flecha e suas folhas são usadas para fazer uma pomada que alivia a dor causada por picadas de cobra e de escorpião por tribos nativas do sul da Namíbia
http://www.plantasonya.com.br/cultivos-e-cuidados/adenium-%E2%80%93-a-cobicada-rosa-do-deserto.html

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Amaralis


Amarílis é uma flor de grande beleza, pena que floresce apenas uma vez ao ano. A primeira que comprei foi  no ano passado. 





Esta no jardim a espera da primavera para florir.



Comprei uma nova que esta abrindo os botões.














O amarílis é uma planta herbácea e florífera apreciada no mundo todo. Ela é originada do cruzamento entre diferentes espécies de Hippeastrum tais como H. reginae e H. vittatum, entre outras. Os holandeses foram os principais responsáveis pelo seu melhoramento genético, criando uma nova classe de plantas híbridas que fazem muito sucesso. Os amarílis possuem flores cônicas, simples, dobradas ou semi-dobradas, grandes, belíssimas e em uma enorme variedade de cores, com diversas nuances e mesclas de vermelho, laranja, branco e rosa, além de variedades d
 fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/amarilis-hippeastrum-hybridum.html

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pata de Elefante



Apaixonei-me pela pata de elefante.  Apesar de não ser uma planta barata tenho uma fixação por ela. Hoje tenho  11. As 2 primeiras que comprei me deram um baile até começar a aprender como lidar com elas.



No início achei que a geada tinha matado uma delas e a outra sem querer passei a enxada quando estava tirando o mato.
Esta foto abaixo ela estava no meio antes de eu podar sem querer.

A da geada passei para o jardim da frente que pegando muito sol esta ótima.




Já a segunda começou a soltar brotos e esta cada vez mais bonita.















As demais estou aos poucos colocando em vasos.











Abaixo pequisa da fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/pata-de-elefante-beaucarnea-recurvata.html
  • Nome Científico: Beaucarnea recurvata
  • Nomes Populares: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina
  • Família: 
  • Categoria: , , 
  • Clima: , , , ,
  • Origem: , 
  • Altura: 
  • Luminosidade: , 
  • Ciclo de Vida: 
  • A pata-de-elefante é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e aspecto escultural. Apesar de se assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira. Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros de altura quando adulta. Seu tronco é muito ornamental, geralmente único com a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver por longos períodos de estiagem.
    Suas folhas são muito belas também, com um aspecto de cabeleira, dispostas em densos tufos nas extremidades dos ramos. Elas são coriáceas, achatadas, longas e recurvadas, com margens ásperas. As flores somente são produzidas nos exemplares mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas. Ocorrem plantas fêmeas e plantas machos (espécie dióica).
    As patas-de-elefante fazem muito sucesso no paisagismo, criando pontos de destaque no jardim. Sua beleza imponente e escultural pode ser valorizada isolada ou em pequenos grupos. Encaixa-se perfeitamente em jardins contemporâneos, de inspiração desértica ou tropicais. Devido ao lento crescimento, também é muito explorada como planta envasada, enquanto é jovem, para decoração de interiores, pátios, sacadas e varandas. É uma planta que praticamente não exige manutenção, mas que alcança altos valores no mercado de plantas ornamentais.
    Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos bem espaçados, para evitar o apodrecimento das raízes. Quando jovem, pode ser conduzida em ambientes internos, em locais com incidência solar direta (meia sombra). É muito rústica, tolerando o calor e o frio, não suportando apenas o encharcamento. Multiplica-se por estaquia e por sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.